domingo, 26 de fevereiro de 2012

nina 1969, brussels 2008

acendi uma vela a santo antônio o das preces eloquentes dos desejos mais ardentes e falsos pretendentes para me salvar das rimas torpes dos falidos amores e da minha própria falência, aqui não tem inverno, tem a chama santa e o meu pouco a minha alma casta. as letras somem e eu só posso ficar sem entender, sem saber se leu, se delas se desfez, agora está acostumado, familiarizado, me tem por todo lado

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